Centelha

ISBN: 9788581302317
Ano: 2014 / Páginas: 376
Editora: Geração Jovem

Depois de Brilho, a saga nas estrelas continua… Após uma fuga desesperada da nave inimiga, Waverly e as outras meninas sequestradas conseguiram voltar para a Empyrean. Mas o clima por ali não poderia estar pior. Kieran, o menino gentil e sonhador que Waverly amava, assumiu o posto de capitão e passou a agir como um tirano de sangue-frio, deixando a Empyrean sob uma tensão sinistra. Seth Ardvale, líder brilhante e arqui-inimigo de Kieran, foi trancafiado na prisão, sem julgamento. As crianças prodígios que mantêm a nave funcionando estão revoltadas com o autoritarismo do líder. Para completar, uma explosão faz soar o alarme de mais uma ameaça. Eles não estão sozinhos. A tripulação aterrorizada terá que lidar com um inimigo pior do que a New Horizon, ou o delírio de Kieran. Seth descobre um passageiro clandestino na nave, que se move silenciosamente, deixando rastros de sangue por onde passa. O criminoso quer vingança. E só Waverly é a chave para entender seu ódio e impedir que ele detone sua bomba-relógio.

Introdução

Centelha é o segundo volume do romance de estreia da autora Amy Kathleen Ryan. O primeiro volume se chama Brilho (clique aqui para conferir a resenha).

Desde o final questionador e interessante proposto pela autora, fiquei esperando essa continuação e posso afirmar com todas as letras que valeu a pena a espera.

Em Centelha, a trama continua exatamente de onde o primeiro volume parou. A Empyrean tentando resgatar os pais que estão a bordo da New Horizon. É um livro de muita ação e questionamentos novos e antigos.

Sobre Amy Kathleen Ryan

Foto -Amy Kathleen Ryan

Nasceu em Jackson, Wyoming, onde morava em um apartamento acima do negócio do pai. Ela sempre gostou de escrever histórias. Era totalmente viciada, leu todos os livros de Madeleine L’Engle e, em seguida escritores como Susan Cooper, Isaac Asimov, e Jack London. Sonhava em ser uma escritora, e ela mesma escreveu o começo de um romance de primeira a quinta série. Foi chamado The Adventures of Kim D. Lavenport e, para esse dia, sua mãe ficou convencida de que é o seu melhor trabalho. Logo, no entanto, colocou Kim em uma gaveta e esqueceu tudo sobre ela. Por um tempo, a escrita ficou para trás.
Fez faculdade em Omaha Nebraska e Madrid, onde estudou antropologia e língua espanhola. Durante o seu último semestre, último ano de faculdade, fez uma aula de escrita criativa pela professora chamada Vicky Lindner, e seu interesse pela palavra escrita foi reacendida. Havia redescoberto a sua primeira paixão, e resolveu que iria se tornar um escritor.
Agora ela escreve o tempo inteiro na sua casa no Colorado, onde mora com seu cachorro e seu marido. Ser escritora em tempo integral é um sonho.]

Capas pelo mundo

12882328 13643715 17841418 17564296 23213910

Narrativa

Três personagens ganham destaque nesse volume, sendo eles, Kieran, Waverly e Seth. O triângulo amoroso ganha mais força e Seth ganha essa disputa fácil, por ser um lider e bonzinho. Kieran vai cometendo muitos erros e decisões questionadoras. Mas é possível compreender a confusão que esses dois fazem na cabeça de Waverly. É possível ver um crescimento dos personagens e tudo leva a um patamar mais interessante. Um novo vilão está na nave e ganha força com essa novidade. Pois o perigo está a bordo e não na New Horizon. A escrita da Amy é ágil e muito estimulante. É um livro muito visual e fascinante por ser escrito dessa maneira. Os personagens como um todo não são nenhum pouco odiáveis, pelo contrário, são passíveis de erro e de acertos. Não há perfeição.

Diagramação

Novamente, a Geração caprichou a harmonia dos livros está perfeita. A capa é tão bonita quanto a do primeiro volume. A edição está impecável e muito bem revisada.

Considerações Finais

Centelha é uma boa continuação, com um ritmo bastante interessante e com uma boa deixa para o último livro. Os leitores mais fanáticos da trilogia (como eu), devem estar morrendo pelo final da trama. Espero que a Geração o publique o quanto antes. Pois se eu achava que o final de Brilho era desesperador. Nesse, é quase uma necessidade.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*
*