O Céu Noturno em Minha Mente

ISBN-13: 9788501104496
ISBN-10: 8501104493
Ano: 2016 / Páginas: 288
Idioma: português
Editora: Galera Júnior

Introdução

Em O céu noturno em minha mente, Mikey Baxter é um jovem de 14 anos, mas é bem diferente dos garotos da sua idade. O pai dele está na prisão e a mãe se recusa a comentar sobre o assunto. Ele sabe que tem algo a ver com a cicatriz que tem em sua cabeça. Ele sofreu um acidente, e com isso tem a marca e tem pensamentos ainda confusos na sua mente. A sua distração? sair com seu cachorro e seu melhor amigo Timmer.

Sobre Sarah Hammond

Nasceu e cresceu em Lincolnshire, na Inglaterra, e é apaixonada por livros desde bebê. Formada em direito, foi procuradora em sua cidade por quase uma década, mas então resolveu realizar seu sonho de escrever para crianças e se formou em Escrita para jovens na Bath Spa University. Este é o seu primeiro livro juvenil.

Edição estrangeira

The Night Sky in My Head

Narrativa

A narrativa é em primeira pessoa, funciona como uma espécie de diário do protagonista. Junto com essa narrativa bem curiosa, temos um suspense de um caso que é tão instigante pra nós leitores, quanto para o protagonista. Ele está juntando as peças de um quebra cabeça e vamos junto com ele em suas descobertas. O livro não deixa pontas soltas, o que agrada grande parte dos leitores.

Mikey é um personagem plausível, não é aquele que você se encanta de primeira. Confesso que em muitos pontos, me vi nele. Sou bastante introspectiva, embora não pareça.

Os capítulos são bem curtinhos, o que instiga o leitor a continuar e sem se cansar facilmente, na realidade, é uma trama bem acelerada. Comecei e terminei no mesmo dia.

Projeto gráfico

A capa brasileira é bem bonita, o projeto gráfico é bastante agradável e delicado.

Considerações finais

O céu noturno em minha mente, é um livro que me surpreendeu bastante. O motivo de eu gostar tanto de ler juvenis explica o quanto esse livro é interessante até para os leitores de mais idade. É um livro bem escrito, que promove reflexões profundas se analisado no contexto proposto pela autora. Sarah consegue manter o leitor curioso e bastante empolgado para sua conclusão.

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