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Introdução

Em Tijolos poéticos, como o próprio nome diz, são poemas construídos como tijolos, um de cada vez. Uma narrativa divertida, curiosa e cheia de mensagens positivas. As primeiras letras formam frases, um acróstico, onde em cada verso é possível ler o título dos poemas. Em resumo, são poemas onde a felicidade é abordada da maneira mais simples, mas que promove sensações plenas.

Sobre Leandro Israel

Nasceu em Petrópolis no Rio de Janeiro. Começou a escrever poemas quando tinha 14 anos, tendo concluído o primeiro em novembro de 2000. Desde 2003, participa de gincanas e concursos de poesia, inclusive contra poetas profissionais.

Narrativa

Cada poesia trata de uma situação completamente diferente, a leitura flui muito bem por conta disso. Existe um ritmo muito curioso em todas elas. Foi uma leitura que fluiu tão rápido e foi uma experiência bem prazerosa para uma tarde chuvosa.

As referências de Leandro são bem claras e sua escrita e de fácil compreensão, sendo uma ótima opção para quem quer se aventurar no gênero.

O que mais me alegra na poesia é que pode ser interpretada de diversas formas, depende muito do momento em que lê. Gosto de ler livros de poesias em vários momentos da minha vida e cada vez que volto ao mesmo livro, tenho uma impressão nova.

Projeto gráfico

O projeto gráfico é simples, mas estimula a leitura. A capa se refere ao título e é bem colorida. A diagramação é bem confortável.

Considerações finais

Tijolos poéticos, é uma experiência leve, divertida e bem elaborada. Leandro tem o dom e consegue transpor isso em palavras agradáveis e curiosas. Eu sempre fui uma entusiasta dos livros de poesia. E felizmente, esse livro foi uma surpresa e tanto! Espero que Leandro continue escrevendo, pois ele tem o dom das palavras.

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comentários

  1. Li o livro e tive a oportunidade de conhecer o autor recentemente. Uma pessoa muito iluminada. O livro é muito bom, e me surpreendeu. Escrevi uma resenha sobre ele em meu site no Recanto das Letras.

  2. Muito obrigado pela resenha! Escrevi esta obra inspirado na História da M.P.B. (Música Popular Brasileira), que teve Caetano Veloso (meu ídolo) como o primeiro a misturar as técnicas Plano e Vibrato. Foi assim: Um amigo meu disse que eu precisava de uma identidade como poeta e, ao buscar essa identidade, tive a ideia de misturar acrósticos com sonetos datílicos tradicionais. O procedimento parece difícil, mas na realidade é simples: Basta pensar num título de 14 letras que possibilite formar 2 quartetos e 2 tercetos, depois formar os versos sem fugir do tema pré-estabelecido utilizando as regras do soneto datílico tradicional. Agora estou escrevendo a obra LETRAS ALTIVAS, na qual criei o acro-mega-neto, que é o diálogo entre 2 sonetos dentro de um acróstico de 28 letras. Espero que gostem da nova obra!

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