Não é segredo pra ninguém, o quanto já comentei das obras do autor aqui no blog. Todas as experiências foram bem positivas.

Em Quem é você Alasca?, Miles Halter é um nerd de poucos amigos conhecido como, Bujão, coleciona últimas palavras de celebridades e se muda para um colégio interno, Culver Creek, no Alabama. Lá ele conhece: Chip Martin, mais conhecido como Coronel (seu companheiro de quarto) que apresenta Alasca Young (uma garota que um dia o ama e outro o odeia). Alasca em específico, tem seu drama: uma vida problemática mas que parece não se importar com isso, é bem extrovertida e é conhecida pelos trotes. Ela namora um garoto chamado Jake. Porém, não se pode mandar no coração. Miles se apaixona por Alasca, mas obviamente não se declara. Ele aos poucos vai decifrando Alasca e entendendo o motivo de tanto mistério por trás daquela garota.

É a obra prima de Green. Ele lida com temas pesados de modo sutil, mas nesse em específico, não se incomoda em carregar em carregar um fardo mais pesado ao leitor que se encanta tanto com a história que sofre com o seu final.

Quem é você, Alasca? – John Green


Em Cidades de Papel,  Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma. Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte. Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.

Cidades de Papel – John Green

O livro surpreende, entretém e não faz o leitor ficar com raiva em nenhum momento. É um livro muito próximo de comédias românticas, mas foge o padrão.


Em O Teorema Katherine, após seu mais recente e traumático pé na bunda – o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine – Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.

Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.

O Teorema Katherine – John Green

É um livro extremamente divertido e bem humorado. Quem espera algo despretensioso e bem feito, sairá satisfeito. John Green é uma grande descoberta. Não é a toa que ganhou tantos fãs. Um jeito irreverente de propor algo criativo, simples e bonito.


A primeira experiência que tive foi com A Culpa é das Estrelas,  Hazel é uma paciente terminal de 16 anos que tem câncer desde os 13. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.

A Culpa é das Estrelas – John Green

John Green, teve um grande acerto ao escrever essa história, apesar de que são poucas páginas, o conteúdo ali presente convence e encanta. Agora eu entendo, a culpa é toda do John Green. Obrigada por ser culpado. Uma história que vai te arrepiar, emocionar e fazer refletir sobre a vida e a suas próprias escolhas.


E vocês? Já lerem alguma obra do John Green? Gostaram?