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A Sociedade Cinderela – Kay Cassidy 

Edição: 1
Editora: Galera Record
ISBN: 9788501093325
Ano: 2013
Páginas: 308
Tradutor: Viviane Diniz

Aos 16 dezesseis anos, Jess Parker se acostumou a ser invisível. Depois de mudar de escola várias vezes por conta do trabalho do pai, ela se conformou com o status de eterna garota nova. Mas agora Jess tem a chance de uma vida: um convite para participar da Sociedade Cinderela, um clube secreto das garotas mais populares da escola, onde makeovers fazem parte do pacote. Mas há mais a ser uma Cindy que apenas reinventar o visual. E Jess está prestes a descobrir.

proibido

Introdução

Desde a infância sempre tive paixão pelo filme da Cinderela. Assisti e reassisti incontáveis vezes. Não me cansava da estória. Quando o livro lançou com esse título, acabei retornando aquela infância gostosa e feliz assistindo a gata borralheira ter o seu dia de princesa. Mas pra que fique bem claro o livro só tem o título com o nome, nada tem a ver com uma nova versão.

Narrativa

A narrativa de Kay Cassidy se assemelha muito com a de autoras como Meg Cabot. Jess Parker é uma garota de 16 anos e num dia atípico é convidada para uma reunião de uma sociedade. A Sociedade Cinderela é uma sociedade criada para auxiliar e abrigar mulheres poderosas e lutar por questões maiores como o aquecimento global e questões sociais diversas. Sim, uma vez Cindy, sempre Cindy. Ou seja, Jess é convidada e aos poucos vemos uma transformação quase que mágica da personagem. Ela vive sendo oprimida por uma garota no colégio chamada Lexy e que está disposta a azucrinar a vida de todos que não sejam do grupinho seleto dela. Porém, Jess acaba se envolvendo com Ryan, o irmão mais velho de Lexy. E é claro que Lexy não deixa isso barato né? Porém Jess, faz o possível para acabar com toda a confusão e ao mesmo tempo se envolve com Ryan e é claro que discussões novas aparecem.

O livro não fala só sobre a sociedade, mas também tem vários assuntos discutidos, como relacionamento, amizade, poder, bullying. É a sociedade Cinderela sob o ponto de vista somente de Jess Parker.

Diagramação

Acho tão difícil achar livros de capa branca, mas fiquei bastante satisfeita. A fonte, imagem e a diagramção das páginas está impecável. É como voltar naquele tempo discutido anteriormente. Só que o sapatinho de cristal mudou. É mais moderno, mais ousado e mais maduro.

Quote favorito

“Olhei em volta para ter certeza de que ninguém estava olhando para a grande idiota que logo seria aluna do terceiro ano e que conseguia sequer abrir o próprio armário. Felizmente estavam todos ocupados. Minha invisibilidade tinha retornado ainda que tardiamente, um único ponto de luz no dia que de resto fora detestável. Além de ser torturada por Aquela Que Não Deve Ser Nomeada, a última coisa de que eu precisava era chamar atenção para mim mesma enquanto brigava com o armário como uma mulher das cavernas.” – pág 14

Considerações Finais

Um livro mágico, pra um publico como disse anteriormente, que já está familiarizado com uma narrativa à lá Meg Cabot. E que está disposta a ler algo por puro intreterimento. Kay faz um livro, leve, doce e com discussões que são aprofundadas durante a narrativa. Infelizmente o livro tem alguns erros de digitação que me incomodaram um pouco durante a leitura. Mas nada que atrapalhasse o compreendimento do que estava sendo dito.