A Armadilha do Paraíso
ISBN-13: 9788576573081
ISBN-10: 8576573083
Ano: 2016 / Páginas: 356
Idioma: português
Editora: Aleph

Introdução

Desde que a Aleph anunciou a publicação, fiquei bem ansiosa para me aventurar nessa aventura escrita por A.C Crispin.

Em A Amardilha do Paraíso, Han Solo ainda não é Han Solo que conhecemos. Vamos conhecer um garoto adolescente, inseguro… imaturo e até frágil. O que causará um estranhamento para quem tem a imagem de um personagem tão icônico como ele.  Han está a bordo da nave Sorte de Mercador, composta de ladrões sendo “obrigado” a cometer crimes para o capitão, Garris Shrike. Han se mostra exímio ladrão, mas deseja escapar da vida bastante opressora que leva dentro da nave. O plano? Ir até Ylesia, pois pretende ganhar dinheiro para bancar sua inscrição como cadete na Academia Imperial.

A Armadilha do Paraíso é o primeiro livro da trilogia Han Solo.

Sobre A. C. Crispin

Ann Carol Crispin foi uma escritora americana de ficção científica, a autora publicou mais de vinte romances. Ela escreveu vários novelizações de Star Trek e criou uma série de ficção científica originalmente chamada Starbridge.

Edições estrangeiras

Narrativa

Uma coisa que não me agradou muito, mas que pode agradar vários leitores é que a trama se sustenta bastante em um romance. Confesso que não gosto de romances tomando conta de toda a narrativa, foi interessante ler algo pautado na vida de Han Solo, algo que até então, não tinha visto. Felizmente, Crispin consegue uma narrativa plausível sobre o personagem, aos poucos vamos o identificando durante a trama. O livro não trás grande surpresas, mas tem um ritmo bastante contagiante.

Projeto gráfico

Como sempre. vemos o cuidado da Aleph com suas edições. Tudo bem caprichado e diagramado trazendo conforto ao leitor. Segue uma identidade já conhecida aos que já se aventuraram nos livros que abordam o universo Star Wars.

Considerações finais

A Amardilha do paraíso, não é de longe meu favorito, mas foi uma leitura bastante agradável. Han é um dos meus personagens favoritos, tirando o Chewie (assumo). Foi interessante ver ele do comecinho e entrar mais uma vez em contato com seus diálogos característicos que tanto adoro.