A Ilha de Bowen

ISBN-13: 9788578481407
ISBN-10: 8578481402
Ano: 2014 / Páginas: 524
Idioma: português
Editora: Editora Biruta
 

Tudo começou com o assassinato do marinheiro Jeremiah Perkins, em um pequeno porto norueguês, e com um pequeno pacote, que ele enviou para Lady Elisabeth Faraday. Mas talvez a história tenha começado quando estranhas relíquias foram descobertas em uma antiga cripta medieval. Foi por causa disso que o mal‑humorado professor Ulisses Zarco resolveu embarcar em uma aventura a bordo do Saint Michel, enfrentando inúmeros perigos e o terrível mistério que envolvia a Ilha de Bowen.

Introdução

Sabe aquele livro juvenil que você se apaixona à primeira vista? Pois é, com A Ilha de Bowen foi exatamente assim.

Em A Ilha de Bowen, a bordo do navio, Saint Michel, que é comandado por Capitão Verne, Durango e Zarco, partem para uma expedição ao “velho mundo”. O motivo da expedição? Procurar arqueólogo Sir Foggart. A esposa dele procura Zarco, Elizabeth e Katherine para ajudar a descobrir o paradeiro de seu marido. Zarco não aceita a missão de primeira, ele tem compromissos e não quer se envolver com outros. Mas o que motiva a ir a essa aventura, é um arfetato que a esposa do desaparecido entrega a Elizabeth caso ele recusasse a ajudar.

Sobre César Mallorquí

César Mallorquí

Nasceu em Barcelona em 1953 e, no ano seguinte, sua família mudou-se para Madrid. Seu interesse por literatura começou desde a infância, estimulado pelo sucesso literário do pai, criador do personagem El Coyote herói de muitos romances de sucesso. Estudou jornalismo na Universidade Complutense de Madrid e entre 1981 a 1991 dedicou-se a trabalhos de publicidade como “criador” de várias agências. Entretanto, sua verdadeira vocação já se anunciava – a Literatura – e a ela passou a se dedicar intensamente. Publicou diversas obras e recebeu muitas premiações, como: A Parede do Céu – Prêmio Alberto Magno 1992; O Colecionador de Selos – Prêmio UPC 1995; O Círculo de Jericó e o Último Trabalho do Senhor Luna – Prêmio EDEBÉ 1996; As Lágrimas de Shiva – Prêmio EDEBÉ 2002.

Edições estrangeiras

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Narrativa

A narrativa é cheia de desafios e descobertas. Se assemelha e faz muitas referências a Júlio Verne, de quem sou eternamente fã. O ritmo inicial, diferente de muitos livros é bem objetivo e as ações ocorrem de maneira bem acelerada. O gênero aventura “acoplado” a acontecimentos históricos, me encantaram do melhor jeito.  Os personagens são bem desenvoltos e os considero bastante fortes ao passar das páginas. Fiquei tão fascinada que gostaria de ler outros livros do autor o quanto antes. A composição da trama é muito bem explorada. Os costumes e padrões da época são bem colocados em cada nova situação.

Diagramação

A Biruta nunca deixa seu trabalho gráfico a desejar, isso já não é novidade. O trabalho que fizeram nesse livro foi exemplar, como puderam ver, a capa do livro é fantástica e internamente também não é diferente. Não houveram dificuldades durante a leitura, pelo contrário, uma leitura cativante e bem trabalhada.

Considerações Finais

A Ilha de Bowen, acabou se tornando um dos meus livros favoritos da editora, na realidade, só perde para Primavera ♥.  Foi uma boa volta aos livros de aventura e feitos por um escritor espanhol merecedor de cada prêmio por seus feitos.