À procura de Audrey é o primeiro livro jovem adulto da Sophie Kinsella.

Audrey é uma adolescente comum, igualzinha a tantas. Com 14 anos, estuda, se apaixona, entra em conflito com os pais, sonha, confia nas amigas. Até que começa a ser vítima de bullying. No início, parecia apenas uma pequena implicância, mas a provocação vai aumentando. Logo, a menina não consegue mais frequentar o colégio, nem ao menos sair de casa. O diagnóstico? Transtorno de ansiedade social, transtorno de ansiedade generalizada e episódios depressivos.

Com a ajuda da Dra. Sarah, Audrey começa um lento, mas decisivo, caminho rumo à recuperação. E quando conhece Linus, parceiro de games do irmão, ela sente uma ligação. Seu sorriso de gominho de laranja é encorajador, e eles podem conversar sobre tudo: ansiedades, sonhos, medos. Ainda que de forma não muito convencional no início. Mesmo com as ressalvas da médica, a amizade se aprofunda — em meio a visitas ao Starbucks e pequenos desafios. Em pouco tempo, evolui para um romance que vai afetar toda a família. Por fim a normalidade parece apenas a um passo de distância.

Sophie Kinsella virá ao Brasil para participar da Bienal do Livro no dia 12 de setembro. Apesar de diferente dos chick-lit e da série Becky Bloom, À procura de Audrey tem uma narrativa leve e repleta do humor característico da autora, mesmo tratando de assuntos sérios como o bullying e a depressão.

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O que posso dizer? Eu li, adorei e logo saberão o que achei em uma resenha que vai ao ar, logo logo ♥