Fênix: A Ilha

Edição: 1
Editora: Novo Conceito
ISBN: 9788581633824
Ano: 2014
Páginas: 336
Tradutor: Camila Fernandes

Sem telefone. Sem sms. Sem e-mail. Sem TV. Sem internet. Sem saída. Bem-vindo a Fênix: A Ilha. Na teoria, ela é um campo de treinamento para adolescentes problemáticos. Porém, os segredos da ilha e sua floresta são tão vastos quanto mortais. Carl Freeman sempre defendeu os excluídos e sempre enfrentou, com boa vontade, os valentões. Mas o que acontece quando você é o excluído e o poder está com aqueles que são perversos?

proibido

Introdução

Em Fênix – A Ilha, temos Carl Freeman como protagonista, um campeão de boxe que começa a se colocar e proteges pessoas indefesas, ou seja, confusões permeiam a vida desse personagem.Ele é orfão desde muito cedo, o pai morreu em serviço (policial) e a mãe morreu de câncer, jogado de lar adotivo para o outro. Apesar de ser um bom aluno na escola, infelizmente as brigas de rua o sentenciam a ir a um acampamento de jovens problemáticos, sendo assim a última chance antes de ser julgado como adulto.Quando ele chega à Fênix, ele tem em mente que precisará controlar seus instintos ou não sairá de lá vivo.Ele aceita de bom grado, mas terá que se manter controle até completar 18 anos. Mas o que ele descobre pode ser considerado insano, a ilha não é um acampamento para jovens, e sim um acampamento para treinar soldados geneticamente modificados.

Narrativa

A narrativa que Dixon propõe, é feita em terceira pessoa, o foco está centrado mais em Carl, mas há momentos em que os secundários ganha um devido destaque.

Os personagens secundários são bem explorados, Octavia, Ross, Campbell e Pronto-Socorro.

A narrativa flui muito bem, pois a premissa se sustenta até o fim do livro. Não me cansei em nenhum momento. Pelo contrário, foi uma leitura rápida e agradável de fazer. A narrativa é permeada de situações adversas. A sensação que tive é que a história só ganha corpo depois de algumas páginas, a atenção ganha após alguns capítulos. A atenção que tive por Carl é pelo fato de eu adorar boxe e isso é bastante presente durante a trama.  John Dixon também já foi boxeador, por isso o livro conta com vários detalhes e características tão precisas.

Diagramação

Caprichosa e bem detalhista, a capa e a fonte utilizada são agradáveis a leitura. Esperava algo mais chamativo, mas a história é tão boa, que vale a pena conferir e adentrar a essa trama. De uma forma, ou de outra, o imagem correlaciona ao boxe e a ilha (a mão de Carl). É um misto de sobrevivência e penitência.

Considerações Finais

Fênix – A Ilha é um livro: denso, interessante e pega o leitor do melhor jeito: com um bom misto de gêneros e personagens bem desenvolvidos. Ansiosa para uma continuação, pois o gancho é enorme para que a trama possa enriquecer.

Uma surpresa e tanto.