O Trono de Diamante

ISBN-13: 9788576572169
ISBN-10: 8576572168
Ano: 2015 / Páginas: 408
Idioma: português
Editora: Aleph

Introdução

O Trono de Diamante, foi lançamento do ano passado, mas naquele turbilhão de publicações sobre a franquia de SW, eu me joguei com tudo que é direito nos livros do universo expandido. No começo desse ano, fui namorando esse livro na estante, até que um dia, o peguei e não o larguei mais.

Na trama, Sir Sparhawk, cavaleiro da Ordem Pandion – que estava há dez anos de exílo em Rendor – retorna a Elenia a sua terra natal. A rainha Ehlana está literalmente à beira da morte e só se mantem viva por conta de uma magia lançada para prolongar sua vida. Sem condição alguma de comandar o reino. Annias, um membro do conselho real deseja assumir o cargo e está diposto a tudo para conseguí-lo. Sir Sparhawk fará o possível para detê-lo. E contará com ajuda de outros cavaleiros e uma feiticeira (Sephrenia) para cuidar a rainha, antes que seja tarde demais.

Esse título é o primeiro do gênero fantasia da Aleph <3.

Sobre David Eddings

David Eddings  foi um escritor de fantasia norte-americana.  Foi o autor de vários best-seller de séries épicas do gênero fantasia, incluindo O Belgariad, O Malloreon, O Elenium, O Tamuli e A Dreamers.

Edições estrangeiras

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Narrativa

Um livro onde um personagem forte e envolvente e os outros personagens são igualmente atraentes, teria como dar errado? E de fato não dá, uma trama que nem é carregada de ação, mas que envolve conchavos e jogos de poder pra todo canto. Existem alguns acontecimentos no livro que provavelmente comprometeriam a leitura de vocês, mas adianto: o que falei ali em cima é só a base desse bolo, ele começa dessa forma e vai ganhando novos conflitos e torna a vida de Sparhawk bastante tumultuada.

Um livro onde a preminência é de mistério, feitiços e principalmente traições. Não lembro de ter lido algo tão parecido com a proposta de Eddings. Considerei bastante original em sua execução. Uma experiência totalmente nova.

Projeto gráfico

O projeto gráfico, igualmente aos padrões elevados dos títulos da Aleph, são bem harmoniosos a trama. Não foram encontrados erros que comprometam a leitura como um todo.

Considerações finais

Sabe aquele livro que tem mais de 400 páginas e que poderiam ter 1.000 e você nem notaria? É o que ocorre com O Trono de Diamante, a parte boa disso tudo é que se trata de uma trilogia, ou seja, teremos mais tempo para acompanhar essa aventura e os incansáveis jogos de poder, que eu tanto adoro e sentia falta. Um livro que inicialmente, eu achei que não me atrairia tanto… acabou me fisgando. Bons personagens, descrições e um ritmo que deixa o leitor atento do começo ao fim.