Delírio – Lauren Oliver

Edição: 1
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580571646
Ano: 2012
Páginas: 352
Tradutor: Rita Sussekind

Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?.

proibido

Introdução

O adorado e odiado Delírio. Sim, finalmente li o livro. E posso adiantar que entrei pro clube dos que adoram o livro. Eu já sou super suspeita, pois adoro os livros do gênero distópico. Lauren escreveu um livro super interessante e com cenas muito bonitas e dramáticas.

Narrativa

A narrativa de Oliver é baseada em Lena, uma garota que está prestes a sofrer uma intervenção, pois o amor pode matar. Mas sua vida muda quando conhece Alex, um garoto bastante peculiar e fofo. Ambos ao longo da trama começam a desenvolver o amor um pelo outro. Só que existem consequencias e muitos segredos a serem revelados. Como todo gênero distópico é regido pelo governo onde ir contra as regras é por sua conta em risco.

Com frases profundas, bem construídas, o livro é cheio de surpresas positivas.

Diagramação

Eu adoro a capa, tanto quanto a de Delírio quanto a do seguinte. Fonte, imagem e cor não poderiam ser diferentes.

Quote favorito

“Acho, talvez, que minha mãe sabia, mesmo quando nasci, que um dia precisaria fazer o mesmo. Acho que isso faz parte de alguém: saber abrir mão de algo. Às vezes, saber abrir mão da pessoa amada.” – 295

Considerações Finais

Para os fãs do gênero, da Lauren (autora do livro Antes Que Eu Vá) e que goste de encontrar algo diferente, bem escrito e bom. Não achei um ponto negativo. Só acho maldade terminar da forma como terminou. Pois a necessidade da continuação é instantânea.