Eu Sou o Número Quatro

Edição: 1
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580570137
Ano: 2011
Páginas: 350
Tradutor: Débora Isidoro

“Nove de nós vieram para cá. Somos parecidos com vocês. Falamos como vocês. Vivemos entre vocês. Mas não somos vocês. Temos poderes que vocês apenas sonham ter. Somos mais fortes e mais rápidos que qualquer coisa que já viram. Somos os super-heróis que vocês idolatram nos filmes e nos quadrinhos — mas somos reais. Nosso plano era crescer, treinar, ser mais poderosos e nos tornar apenas um, e então combatê-los. Mas eles nos encontraram antes. E começaram a nos caçar. Agora, todos nós estamos fugindo. O Número Um foi capturado na Malásia. O Número Dois, na Inglaterra. E o Número Três, no Quênia. Eu sou o Número Quatro. Eu sou o próximo.”

proibido
 

Introdução

Se você assistiu o filme e desanimou de ler. Você não sabe o que está perdendo. Eu confesso que fiquei um tempo esperando que o livro ficasse num preço mais acessível. E numa promoção maluca do submarino, consegui o primeiro e segundo volume por 12 reais (os dois). Não hesitei e comprei. Acho que fiz um bom negócio. Pois o mosquitinho Pittacus Lore me picou.

Narrativa

A narrativa de Pittacus é bem detalhista, não deixa espaços em aberto o qual o leitor fique em dúvida do que está acontecendo. O livro é escrito em primeira pessoa, conhecemos o Garde, numero quatro, que no meio da trama se apresenta como John Smith na nova cidade onde vai morar por tempo determinado. Pois corre grande perigo. O Cepân de John é apresantado como Henri. Cada Garde possui um Cepân. Os mogadorianos estão em busca de exterminar a espécie dos Lorien. Porém a cidade onde John e Henri estão, Paradise. Esconde muitos segredos e atrações que fazem com que ambos fiquem por lá, mesmo que o perigo seja eminente. Fazia tempo que não lia livros com a temática que Eu Sou o Numero Quatro apresenta, confesso que senti saudade. O livro não é confuso. Tem o suspense e o mistério de entender um pouco mais sobre os personagens. A peseguição funciona durante bastante tempo da narrativa. Eles não se perdem nos argumentos. Pelo contrário, a cada novo personagem secundário na trama, um pouco a história é revelada.

Momento Macchiato

“- Esperança? – ele diz. – Sempre há esperança, John. Novos acontecimentos ainda não aguardados. Nem toda informação já foi divulgada. Não. Não perca a esperança , ainda. Ela é a última coisa que se vai. Quando você a perde, já perdeu tudo. E quando você pensa que tudo está perdido, quando tudo é sinistro e sombrio, sempre há esperança.” – pág 103

Considerações finais

Eu sou o número quatro é o tipo de livro que fica condensando na sua mente por bastante tempo. Entre leitura e escrita da resenha passaram 2 semanas e a história ainda se mantém viva dentro da memória. O que faz pensar que o livro é uma boa pedida, pois tem bastante a oferecer ao leitor.