A Elite

Edição: 1
Editora: Seguinte
ISBN: 9788565765121
Ano: 2013
Páginas: 360
Tradutor: Christian Clemente

A Seleção começou com 35 garotas. Agora em A Elite, restam apenas seis. A competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Só uma se casará com o príncipe Maxon e será coroada princesa de Illéa. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Quando ela está com Maxon, é arrebatada por esse novo romance de tirar o fôlego, e não consegue se imaginar com mais ninguém. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto, dominada pelas memórias da vida que eles planejavam ter juntos.

America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher. E justo quando America tem certeza de que fez sua escolha, uma perda devastadora faz com que suas dúvidas retornem. E enquanto ela está se esforçando para decidir seu futuro, rebeldes violentos, determinados a derrubar a monarquia, estão se fortalecendo — e seus planos podem destruir as chances de qualquer final feliz.

proibido

Introdução

Após a leitura de A Seleção, continuei A Elite e tomei um choque. America que tinha uma característica tão forte de determinação, fica completamente insegura e passa a se tornar irreconhecível aos olhos do leitor. Em A Elite encontraremos uma história mais profunda, lenta e seis garotas ainda disputam pelo coração de Maxon. Os conflitos externos pegam fogo e America continua indecisa e vive pedindo tempo a Maxon. Enquanto ela pede tempo, Maxon se aproxima de outras candidatas, principalmente, Kriss.

Narrativa

A narrativa fica muito diferente do livro anterior, antes tinhamos um ritmo ágil e bastante pautado em situações do cotidiano de America e pouco sobre os revoltos. Nesse livro teremos de interessante, os ataques dos que querem que a monarquia deixe de ditar. O livro ganha mais como distopia do que como o romance em si. America toma atitudes que aos olhos de muitos leitores, querem a enforcá-la por tamanha falta de maturidade. Seu jeito indeciso ganha muito mais espaço do que sua determinação anterior. Ela se sente bastante sensível e seu coração se enrola cada vez mais com as atitudes de Maxon e de Aspen ao longo do livro. A resenha fica muito mais fácil de ser escrita quando eu já tenho terminado a trilogia e posso analisar como um todo a situação, se eu tivesse lido apenas a Elite ao escrevê-la, provavelmente (eu tenho certeza), que seria totalmente diferente. Talvez muito revoltosa, mas como algumas perguntas são respondidas ao longo do outro livro, fica tudo mais tranquilo e menos maluco de ser escrito e comentado. Nesse livro, eu confesso que não me irritei com Aspen, nesse livro ele ganha bastante meu respeito, se mostra alguém bem solícito e nenhum pouco chorão e reclamão, pelo contrário, deixa dúvidas para sua Meri e a questiona e acaba deixando ela mais cheia de dúvidas do que anteriormente. Questões que ela precisa refletir, antes de tomar qualquer atitude.

O destaque desse livro é totalmente do Rei Clarkson, com certeza ele ganhou uma notoriedade e uma participação bastante expressiva durante essa trama.

Diagramação

A diagramação do livro conversa com o volume interior. É bem harmônica e continua com uma boa revisão/diagramação interna. Mantiveram um padrão bastante interessante.

Considerações Finais

O livro embora não agrede por os motivos expressos acima, é um complemento chave da trilogia como um todo. Não poderia ser cortado e o que mais me intriga na escrita de Kiera, é como ela consegue deixar o leitor não acertar o que está por vir. Ela sempre o surpreende com algo, embora não seja o que se espera, você fica ansioso para saber o que acontecerá no livro seguinte. Ela consegue manter o nível de curiosidade do leitor nas alturas.